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:: Quinta-feira, Janeiro 31, 2008 ::
Este é um post especial, em homenagem à minha amada bebezinha canina Sammy, que nos deixou no último domingo. Espero que seu espírito esteja em paz, feliz e saltitante no céu, livre do corpo que lhe causava dor.
Um dia ganhei um lindo presente dos céus. Um doce anjo me escolheu. E na nossa primeira troca de olhar nasceu o laço que nos une para a eternidade, um laço de amor, confiança e cumplicidade.
Brincamos muito, compartilhamos tangerinas e melancias, dançamos, assitimos TV, ouvimos música, tomamos sol, sentimos o vento bater nos cabelos e apreciamos o luar. Fizemos muitas coisas juntas. Nos descobríamos e nos entendíamos.
Até que o meu anjinho precisou partir. Dez anos, esse foi o tempo de convivência que Deus nos deu. Pra mim, foi como uma vida inteira.
Sentirei muita falta do meu anjinho de pele rosada, pelo branquinho e nariz pretinho. Do meu anjinho, que balançava as orelhas, e virava a barriguinha pra cima pedindo carinho. Que sorria e quase falava. Que tantas vezes me acordava pela manhã com as patinhas na beira da cama e beijinhos.
Meu anjinho teve que partir, mas me ensinou que entre dois seres que se amam basta um olhar, basta um gesto. E deixou plantado em mim um amor sem dimensão, que seguirá comigo pra sempre.
Siga em paz, meu bebê.
:: PEQUENA SÓ 3:04 AM [+] ::
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:: Domingo, Novembro 18, 2007 ::
Diante de uma folha em branco, lembro da minha vida. Nenhuma grande conquista, nenhum grande resultado, nenhum grande sonho realizado. Nada relevante. Os dias e as noites passam constantemente por mim. Apenas passam.
Cada amanhecer é como um monótono relógio de ponto. E cada anoitecer prova que não se pode fugir do próprio destino.
:: PEQUENA SÓ 12:53 AM [+] ::
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:: Segunda-feira, Junho 04, 2007 ::
...os dias que eu me vejo só são dias que eu me encontro mais, e mesmo assim eu sei tão bem: existe alguém pra me libertar! (Rodrigo Amarante)
Será?!
Eleanor Rigby
(The Beatles)
Ah, look at all the lonely people
Ah, look at all the lonely people
Eleanor rigby picks up the rice in the church where a wedding has been
Lives in a dream
Waits at the window, wearing the face that she keeps in a jar by the door
Who is it for?
All the lonely people
Where do they all come from ?
All the lonely people
Where do they all belong ?
Father mckenzie writing the words of a sermon that no one will hear
No one comes near.
Look at him working. darning his socks in the night when there's nobody there
What does he care?
All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?
Eleanor rigby died in the church and was buried along with her name
Nobody came
Father mckenzie wiping the dirt from his hands as he walks from the grave
No one was saved
All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?
Agora, uma versão brasileira feita pela Pitty para a linda canção dos Beatles:
Eleanor Rigby
(versão: Pitty)
Vive em um sonho.
Espera na janela.
Com o rosto que ela guarda,
Num jarro perto da porta.
Para quem é?
Todas as pessoas solitárias.
De onde todas elas vêm?
Porque ela se importa.
Todas as pessoas solitárias.
De onde todas elas vêm?
Todas as pessoas solitárias.
De onde elas todas são?
Ah, olhe todas
Essas pessoas solitárias.
Ah, olhe todas
Essas pessoas solitárias.
Ah, olhe todas
Essas pessoas solitárias.
Ah, olhe todas essas
... pessoas.
Ah, olhe todas
Essas pessoas solitárias.
Ah, olhe todas
Essas pessoas solitárias.ah, olhe todas
Essas pessoas solitárias.
Ah, olhe todas
Essas pessoas.
Eleanor rigby
Morreu na igreja e foi enterrada
Junto do nome dela.
Ninguém veio
Padre Mckenzie
Enxuga a sujeira de suas mãos.
Como ele caminha do sepulcro.
Ninguém foi salvo.
Ninguém foi salvo.
Ninguém foi salvo.
:: PEQUENA SÓ 12:45 AM [+] ::
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:: Sábado, Janeiro 06, 2007 ::
PÃO É ALVO DE BALA PERDIDA NO RIO
Depois da onda de violência que se espalhou por vários pontos do Rio de Janeiro, com ataques a delegacias, viaturas da polícia e incêndios a ônibus, o medo se instalou no cotidiano carioca.
Agora, não só os cidadãos mas também pacotes de pão estão sujeitos a tornarem-se alvo de balas perdidas de origem desconhecida. Como foi publicado num jornal carioca, uma dona de casa encontrou uma bala no meio do pacote de pão, comprado na última terça-feira (02/01), num supermercado da zona norte do Rio.
Será que as tropas que serão enviadas pelo governo federal para reforçar a segurança no estado, a pedido do governador, Sérgio Cabral Filho, vai dar conta de proteger a população e os pacotes de pão?
Veja a matéria na íntegra no veículo de origem:
http://odia.terra.com.br/rio/htm/geral_75245.asp
:: PEQUENA SÓ 2:05 AM [+] ::
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:: Quinta-feira, Outubro 19, 2006 ::
Temporal
(Pitty)
Chega simples como um temporal
Parecia que ia durar
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar
E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali
Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não
Quero uma fermata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E só então eu deixo
Os medos e as armas (pra trás)
:: PEQUENA SÓ 1:14 AM [+] ::
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:: Quarta-feira, Setembro 27, 2006 ::
The Persistence of Memory, Salvador Dali
Paciência
(Lenine)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara, tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára, a vida não pára não
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara, tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára, a vida não pára não...
:: PEQUENA SÓ 12:24 AM [+] ::
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:: Domingo, Setembro 24, 2006 ::
Imitação de mim
Mais um dia, que imita muitos dos outros. Tanto que, é quase possível prever como serão as próximas horas. Quase. Às vezes, o vento traz um perfume diferente. Às vezes, vem um sorriso diferente. Às vezes, uma nuvem faz companhia na imensidão azul. Como quando brincava de descobrir formas no céu. Ainda é assim.
Menos um dia. É o destino a contar o tempo. Sinceramente, não sei se isso é bom ou ruim. São tantas angústias. Tanto de mim aqui dentro. Um tanto que talvez nunca se mostre. Um tanto incompreendido. Um tanto incompleto.
Porção lotada de sentimentos guardados. Porção cansada de não encontrar. Ser latente. Ser nascente a cada dia. Ser pulsante de vontades. Ser mutante. Ser conflitante. Ser confuso. Ser obtuso.
Ser de signos sem muitas representações. Não quero representar. Ser um ser apenas. Este ser. Este aqui. Movido por música, que escreve com o coração, dança com a alma e mora num corpo de mulher. Uma mulher comum. Doce, mas com um quê de azedume que a vida atribui. Calma e cheia de dúvidas. De sorriso fácil e lágrimas tímidas.
Infinitos são os erros, as perguntas, as fraquezas, as carências, os sonhos, os fracassos, as incertezas, as expectativas, os desejos, as dores, os odores, as indignações, as mudanças, os sabores, os questionamentos. A busca, o saber, o amor, o pensar, o sentir, o criar, o crescer, o renascer. Tudo num só tempo.
De que vale o tempo, senão pra correr incansavelmente. Finge ser exato, mas determina-se com tamanhos diferentes para cada um. Nosso tempo, seu tempo, meu tempo.
Espero, depois de muito ou nem tanto tempo assim, ainda ser capaz de questionar, de investigar as nuvens, de ser movida pela música, de escrever com o coração, de dançar com a alma e ter o sorriso fácil, até o último minuto.
*Ao som de A bad dream, Keane
:: PEQUENA SÓ 4:35 AM [+] ::
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:: Segunda-feira, Agosto 07, 2006 ::
Há dias em que tudo que se deseja é sumir. Desaparecer daqui, de qualquer lugar que possa lembrar esse momento. Desaparecer de si, do que vê no espelho, tão diferente de tudo que sonhou.
Há dias em que tudo de bom parece ter ficado pra trás. Em que o sorriso é esforço pra disfarçar um coração já seco de lágrimas. Os minutos se sucedem apenas por costume, sem propósito.
Há dias em que se deseja que as horas voem, não por esperar algo que poderá surgir, mas pra se livrar do presente.
É estranho. É muito estranho, desejar que tudo seja passado. É estranho não sonhar com um futuro. É estranho e tão normal apenas passar pelo presente. É estranho não sonhar. É normal não viver.
Há dias em que os momentos passam assim. E quando já são passado, não há como resgatá-los, não constituem memória, porque não trazem significado, porque simplesmente passam, não marcam.
Há dias que me sinto como esses momentos, que, talvez, por culpa do destino não sejam capazes de receber significado. Momentos que se esvaem sem que ninguém os note.
É estranho quando os dias se parecem tão iguais. É estranho esperar que algo especial aconteça, sem saber se o 'algo' é futuro, ou passado. Não sei se sabemos identificá-lo no presente. Não num exato presente.
Há dias em que não sei em que acreditar. Se é que realmente existe algo para se acreditar. Se sou eu que escolho, ou se sou produto de um destino.
Há dias em que lembro dos meus sonhos, que ficaram pra trás. E não consigo encontrar muitos sonhos novos. São todos os velhos e empoeirados sonhos que nunca deixaram a condição de sonho.
É normal não saber o caminho. É estranho quando parece circular. É estranho, às vezes, não saber se estou falando de passado, presente ou futuro.
* Ao som de Rain Song, Led Zeppelin
:: PEQUENA SÓ 11:48 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Julho 12, 2006 ::
"Eu não quero cantar
pra ninguém a canção
que eu fiz pra você,
que eu guardei pra você.
Pra você não esquecer
que tem um coração
e é seu..."
(Pato Fu)
:: PEQUENA SÓ 11:30 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Junho 05, 2006 ::
Quer ver uma coisa muuuito fofa, linda?!?! Então clique!!!
(Se você gosta de Pato Fu e/ou Los Hermanos não vai se arrepender!)
O Ritmo da Chuva
(Demétrius)
Olho para chuva que não quer cessar
Nela vejo o meu amor
Esta chuva ingrata que não vai parar
Pra aliviar a minha dor
Eu sei que meu amor pra muito longe foi
com a chuva que caiu
Ó gente por favor pra ela vá contar
Que meu coração se partiu
Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar
Oh, chuva traga o meu amor
:: PEQUENA SÓ 9:32 PM [+] ::
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